18/02/2012

É “IMPROVÁVEL” QUE ROBERT E KRISTEN ESTEJAM NOS OSCARS


Claro que estamos animados para ver Rooney Mara, o elenco de The Help e Brangelina todos embonecados no Oscar. Mas não seríamos o Awful Truth se não estivéssemos também morrendo para saber se um certo casal de Crepúsculo poderão ir também à cerimonia de premiação oh-tão-prestigiosa. Então, Robert Pattinson e Krinsten Stewart foram convidados para irem ao palco como apresentadores?
Peguem nos seus lenços, Twihards, e preparem-se para mais uma noite sem Robsten.
“Eu não acho que isso acontecerá,” uma fonte envolvida com a pré-produção do Oscar nos disse. O quê? Não é como se fosse uma noção totalmente louca: Ambos Rob e Kristen já compareceram ao pretensioso evento antes. Rob (super sexy mesmo na mais chique das noites) compareceu em 2009 e apresentou um tributo ao romance com Amanda Seyfried. E KStew, no ano seguinte – usando um vestido azul marinho deslumbrante de Monique Lhullier – quando apresentou um tributo ao filme de terror com seu co-star Taylor Lautner.
E se eles comparecerem alguma vez (sabe, sendo indicados em algum ponto desconhecido no futuro), faria sentido fazer isso agora: o filme enérgico de Rob, Bel Ami, chega aos cinemas em alguns dias depois dos Prémios da Academia e Kristen tem Branca de Neve e o Caçador que chega aos cinemas no verão.
E claro, ainda teremos Amanhecer – O final. Mas ainda assim, o nosso sabe-tudo da Academia diz, ”Improvável.” Bolas!.

CLEVVER TV FALA SOBRE ROBERT TER DITO QUE É DEMASIADO VELHO PARA OUTRO FILME DE TWILIGHT


COMPILAÇÃO DE STILLS DE NEW MOON EM UHQ


CRITICA DE BEL AMI PELO SITE “C7nema”


Não, não é um filme sobre os famosos estúdios de cinema para adultos, descanse (ou não). É sim a adaptação da obra de Guy de Maupassant, de 1885, sobre Georges Duroy, um filho de um camponês que não olha a meios para subir na escada social (e para se vingar de quem o pisar pelo caminho), iniciando para tal “affairs” com algumas das mulheres mais influentes da sociedade parisiense da época. A história é minimamente fascinante para ser adaptada, claro – e prova disso são as enésimas adaptações, quer para cinema, quer para televisão.

No papel de Duroy está Robert Pattinson, que pretende já aqui afastar-se da saga “Twilight”, com resultados algo inconclusivos. Se o seu sorriso não falha, não consegue ser uma mudança suficiente de registo para nos convencer totalmente de que o actor terá um futuro sério pela frente. Além disso, o seu retrato inclina-se muito mais para a vertente de jovem convencido e mal nutrido (afetivamente sobretudo), ficando o seu lado vilanesco, de grande manipulador, menos convincente. Não acredito que fosse essa a intenção, quer da obra original, quer desta adaptação. 

As três mulheres seduzidas e manipuladas são Kristen Scott Thomas, Uma Thurman e Christina Ricci, e vão também fazendo o seu trabalho, mas há algo que nunca cola bem. E creio que esse algo estará sobretudo na realização a meias de Declan Donnellan e Nick Ormerod, que nunca parece equilibrar bem os pratos, parecendo sempre dividida sobre o rumo a seguir: se levar para uma veia mais satirizante, se levar mais para o campo dramático, isto cena a cena. Como resultado, o espectador pode muitas vezes ser tirado para fora do filme, a observar para dentro, quando devia estar totalmente imerso. 

A fasquia encontra-se muito alta para este género de filmes e adaptações. Quem viu um “Ligações Perigosas” já viu muito do que havia para ver. “Bel Ami” é ainda assim uma película que não aborrece, e que inspira o mínimo de curiosidade no desenrolar dos seus eventos – muito devido à sua raíz literária, é certo. Mas temo que não seja o suficiente para justificar um visionamento em sala…
O Melhor: O esforço da produção. 
O Pior: A indefinição da realização sobre o rumo a seguir, cena após cena, fruto de uma certa desorganização (não conseguindo incorporar bem o subenredo político na história principal, por exemplo).
FONTE: André Gonçalves, Artigo retirado do site www.c7nema.net  CONSULTEM O SITE

ENTREVISTA DE ROBERT NA PASSADEIRA VERMELHA DA PREMIERE DE BEL AMI


Pattinsonlife via: RP LIFE

17/02/2012

NOVAS FOTOS DE ROBERT A CHEGAR A BERLIM 16 DE FEV


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Pattinsonlife VIA: RP LIFE

“PROUD OF ROB” FOI TENDENCIA MUNDIAL NO TWITTER



PREMIERE DE BEL AMI EM BERLIM


PHOTOCALL DE BEL AMI E CONFERENCIA DE IMPRENSA NO BERLIM FILM FESTIVAL




CRITICA DE BEL AMI POR INDIEWIRE




Faz todo o sentido que Rob Pattinson continue com as suas tentativas de aumentar a sua base de fãs já que a franquia ‘Twilight’ está a chegar ao fim. Estrelando uma nova adaptação cinematográfica do romance de Guy de Maupassant de 1885, “Bel Ami” certamente dá um passo nesta direcção: interpretando Georges Duroy, um inescrupuloso ex-soldado que consegue alcançar um lugar na alta sociedade parisiense seduzindo as esposas de homens ricos e poderosos, é um bom acréscimo ao seu currículo. (Sony Pictures Classics lançará o filme em toda Alemanha em 2 de Março).


Duroy é inescrupuloso, egocêntrico, e claramente ambicioso. Mas tem um magnetismo sexual suficiente para dar seguimento a sua carreira, através de algumas das camas mais opulentes da cidade. Pattinson tem então um envolvimento nas telas com atrizes com idade para ser mãe do principal astro de ‘Twilight’. É uma aposta arriscada.

Por tudo isso, é difícil não desejar que ‘Bel Ami’ fosse mais atrativo. Declan Donnellan e Nick Ormerod estão estreando como diretores de longa-metragem, depois de longas e estelares carreiras com a aclamada companhia de teatro Cheek by Jowl. Sua formação de palco às vezes é aparente: “Bel Ami” (filmado em Budapeste, como cenário para Paris) poderia muito bem ser uma história que se passasse em ambientes internos, mas na tela muitas vezes parece restrito e claustrofóbico.

A relevância actual de “Bel Ami” não pode ser exagerada. Duroy retornou à França depois de servir o exército francês na Argélia, é uma figura que sobe na sociedade sem ter alcançado muita coisa – não muito distante de tantas celebridades de hoje. Ele usa uma carreira no jornalismo como seu ingresso para o topo, mas mal consegue escrever uma frase coerente. Entretanto ele acredita que a fama se equipara a poder e influência. É bem parecido com o século XXI.

Então é um enredo secundário sobre corrupção política e hipocrisia, e o papel que o jornalismo interpreta derrubando políticos, e até governos. Na Grã-Bretanha especialmente, onde escândalos devastadores fecharam um jornal de abrangência nacional e gastos fraudulentos de membros do parlamento dominaram as manchetes nos últimos anos; este é um material forte. Ainda assim, de alguma forma, nunca chega a se encontrar com a narrativa principal: a crescente influência de Duroy, e as mulheres que ele seduz para que isto aconteça.

Felizmente, as três actrizes em questão cumprem bem o seu papel. Uma Thurman, esposa de um editor político influente, é uma conhecida, empática personagem que endossa as ambições de Duroy, e até escreve sua peça detalhando suas memórias como um jovem soldado. Kristin Scott Thomas é inicialmente a esposa fria de um chefe de jornal – e poucos interpretam a frieza melhor que Scott Thomas. Mas ela se afeiçoa a Duroy e acaba reduzida a implorá-lo a não terminar o caso deles.

A melhor de todas é Christina Ricci como Clothilde, uma amistosa, charmosa, socialite a quem Duroy rapidamente seduz. A carreira de Ricci tem oscilado desde seus filmes de sucesso na infância e adolescência, mas aqui sua presença na tela é a mais viva e efectiva do que tem sido em muitos anos.

Mas Pattinson é um problema como Duroy. Ele demonstra a crueldade do seu papel adequadamente e o seu sorriso brilhante é uma arma útil a seu favor. Mas ele parece não se sentir a vontade fazendo um personagem de época. Não que é ele seja um mau actor, mas ele parece mais um jovem contemporâneo num contexto histórico; a sua linguagem corporal é muito casual e informal para círculos sociais nos quais Duroy se infiltra. (O pensamento me vem à cabeça de que o próximo papel de Pattinson, fazendo um jovem magnata do mercado de capitais de Manhattan na adaptação de David Cronemberg de “Cosmópolis” de Don de Lillo; deve ser bem conveniente).

Quanto a “Bel Ami” a comunidade de fãs de R-Patz deve investigá-lo por curiosidade – e certamente mostra seu ídolo em situações mais explícitas do que viram antes. Mas é improvável que lhes apele muito; na verdade, é mais direcionada a um público mais velho que deve valorizar os temas ocultos da história de Maupassant sem que estes estejam sendo detalhadamente explicitados.

Via | VIA E Tradução Meninas Vampiras

ROBERT PATTINSON TRAZ O FILME BEL AMI AO FESTIVAL DE BERLIM – ENTV



Via @vonch VIA: lasagarobsten

NOVAS FOTOS DE ROBERT KRISTEN TAYLOR E BILL NO PAINEL DE BD LA


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